PARANÁ

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O MAIOR PROBLEMA DE TODOS NÓS.


TEXTO
: Gênesis 2:16,17; 3:1-8. 

INTRODUÇÃO
A causa principal dos problemas da humanidade, do seu e meu problema, é que tentamos ser o deus de nossa própria vida. Fazemos isto o tempo todo: Quando quero decidir o que é certo ou o que é errado em minha vida, quando não quero ninguém, inclusive Deus, dizendo-me o que eu posso ou não posso fazer, quando quero estabelecer minhas próprias regras e faço o que quero, quero ser meu próprio chefe, quero viver à minha maneira.

1. ERRO DO SER HUMANO
Tentamos ser Deus quando queremos estar no controle de nossa vida, da vida dos outros e queremos controlar o mundo. E há uma palavra que expressa bem este desejo: Eu quero ser Deus! Este é o mais antigo problema do ser humano. SATANÁS E O CASAL - Veja a história de Adão e Eva em Gênesis 2:16,17; 3:1-8.

2. SATANÁS E O CASAL
Quando Deus os colocou no jardim do Éden, disse-lhes: “Vocês podem fazer tudo o que quiserem neste paraíso que eu preparei para vocês, exceto uma coisa: não comam do fruto de certa árvore”. Vamos pensar sobre isto: Deus não limitou 10 ou 20% do jardim; Ele disse que apenas uma árvore era proibida. Eles poderiam fazer tudo o que quisessem, exceto uma única coisa. Mas o que foi que eles fizeram? Fizeram exatamente o que não poderiam fazer. A única coisa no paraíso que Deus ordenou que não fizessem. Satanás ajudou e disse a eles: “se vocês comerem deste fruto, vocês serão como Deus, vocês serão deuses”. E este tem sido o grande problema desde então para toda a humanidade. Lá no fundo, cada um de nós quer ser o próprio Deus de seu destino e sua vida, quer ser independente e estar no controle. Queremos pensar que estamos no controle, que somos os mestres do nosso destino.

3. CONSEQÜÊNCIAS DE TENTAR SER DEUS DA PRÓPRIA VIDA
Há quatro consequências inevitáveis quando não admitimos nossas necessidades e falhas e tentamos ser os “todo-poderosos” guias e solucionadores de nossa própria vida:

1) Medo. Temos medo que alguém descubra quem nós realmente somos e nos rejeite. Por isso, nos escondemos e não deixamos que ninguém se aproxime o bastante de nós, que conheça nossa intimidade;

2) Frustração. Resultado do fato óbvio de que não podemos controlar tudo o tempo todo. É impossível. Podemos controlar algumas coisas, mas não temos o poder ou a sabedoria para vencer todas as lutas da vida. A maior parte da nossa vida não esta sob nosso controle, e isto é frustrante. O Apostolo Paulo entendeu isto e disse: LER Rm 7.15-17. Leia também o que escreveu Davi em Salmo 32:3.

3) Fadiga. A vida fica muito cansativa e alguns caem em exaustão e estresse de tanto tentar controlar tudo. Tentar ser Deus consome enorme quantidade de energia e torna-se exaustivo. Por isso as pessoas estão sempre tão cansadas e esgotadas. Davi também disse na sua confissão: “Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim; minhas forças foram se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci (admiti) diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas.” (Salmo 32.4-5).

4) Fracasso. Quando tentamos ser Deus, uma coisa é certa: Nós vamos falhar. Provérbios 28.13 diz: “Quem encobre os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona, encontra misericórdia”. Precisamos ser abertos e honestos sobre nossos medos, falhas, fracassos, frustrações e fraquezas. Não há uma só pessoa aqui nesta reunião que não tenha falhas em diferentes áreas da vida e todos nós precisamos de ajuda. Estamos no mesmo barco. Às vezes alguém diz assim: “É, mas meu problema não é tão grave”. Isto é apenas mais uma tentativa de negar os fatos.


4. A SOLUÇÃO - O primeiro passo que precisamos dar para experimentar restauração em nossa vida é fazermos uma escolha: a escolha da realidade, onde entendemos e aceitamos o fato de que não somos Deus. Jesus disse: “Felizes são os pobres de espírito, porque herdarão o reino dos céus”. Ele está dizendo que precisamos reconhecer que precisamos da ajuda de alguém muito maior que a gente para superar nossos problemas e mudar nossa vida e nosso jeito de ser. Fazer esta escolha e admitir o que somos gera poder para transformar nossa vida.  (fonte: Estudo da Igreja Batista de BH).

sábado, 5 de agosto de 2017

Ex-transgêneros falam sobre seus arrependimentos em novo documentário

O documentarista David Kyle Foster lança no próximo dia 15 de junho um novo filme que relata histórias de ex-transgêneros. TranZformed: Finding Peace With Your God-Given Gender (“Transformados: encontrando a paz com o gênero que Deus lhe deu”, em tradução livre) é escrito por Foster, que afirma ser ex-homossexual, e dirigido por Karl Sutton.
O documentário, além de abordar a história da transgeneridade desde a antiguidade, apresenta quinze pessoas ex-transgêneros. Segundo Foster, o traço comum entre elas é o de que “quase todas, senão todas, foram vítimas de abuso sexual na infância”.
“A mensagem do filme é a de que as pessoas são muito fragilizadas e precisam de muita ajuda”, disse o produtor ao site norte-americano ChurchMilitant. Ele acredita no impacto que a produção possa ter na vida de pessoas transgêneros que estão à procura de forças para deixar para trás esse estilo de vida.
No filme, Foster aborda ainda a alta taxa de suicídio entre pessoas com “disforia de gênero”, que chega a 40%. Ele explica que a tendência ao suicídio cai logo após a cirurgia, mas aumenta a partir do momento em que a pessoa começa a se arrepender.
“A cirurgia não conserta nada”, diz ele. “Só torna tudo mais complicado e custa um dinheirão. Então a pessoa entra em depressão depois de uma euforia inicial por ter atingido seu objetivo”.
Foster já produziu Such Were Some of You (2014), que relatou a história de 29 pessoas que se declaram ex-homossexuais, e How Do You Like Me Now? (2016), dirigido a parentes e amigos de pessoas homossexuais.
Confira abaixo o trailer de 
TranZformed, que estará disponível para compra em DVD no seu site oficial:
Com informações de Church Militant.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A INCOERÊNCIA ESQUERDISTA

Foto ilustrativa [google imagens]
O Brasil assistiu nesta quarta-feira mais um imbróglio na política partidária brasileira, quando a Câmara dos Deputados votou e aprovou relatório contrário à investigação do atual presidente da República, Michel Temer, pelo Supremo Tribunal Federal(STF). Foi um dia de acusações e de defesa a Temer. Mas foi, também, um momento de os candidatos armarem seus palanques visando às eleições de 2018.

Durante o dia não tive disposição para ouvir hipocrisias e defensa do indefensável. Da agressão moral de muitos que não tem moral para vociferar outrem do mesmo naipe político. E quando tentei assistir à votação nos instantes finais, não aguentei a continuidade da hipocrisia de dezenas de parlamentares. E desliguei a TV diante de tantas justificativas esfarrapadas que eles faziam ao votar, fazendo média com o eleitor, que vai às urnas no próximo ano.

Dizer que estava votando em nome do povo, quando esse mesmo povo não tem vez nem voz é uma perversidade sem tamanho. Porque se os brasileiros fossem, pelo menos, consultados muitos projetos de lei nem seriam editados. E, se se o parlamento ouvisse o povo, certamente 80% dos que ali estão já teriam caído fora. Votar em nome do povo – da maneira como estão agindo contra esse mesmo povo – é hipocrisia. É uma forma indireta de pedir o voto para o pleito que se aproxima.

Outra hipocrisia é a da esquerda – todos os partidos que defendem a bandeira comunista, tendo à frente o Partido dos “Trabalhadores”. Seus representantes usaram o microfone para dizer: “Contra a corrupção, contra o atraso, contra o favorecimento aos banqueiros, eu voto não (o não aqui era contra a aprovação do relatório afastando Temer das investigações pelo STF), diretas já, Lula 2018”.

Esses parlamentares não tem juízo? Creio que sim, mas com algumas “peças a menos”. Dizer que votava contra a corrupção, mas ao mesmo tempo defendendo a volta de Lula à presidência é uma incoerência imensurável.


Lula está dentro de um manancial de acusações contra ele. De todos os tipos. Já está condenado pela Polícia Federal, esperando tão somente a confirmação pela turma da 4ª Região no Rio Grande do Sul para ser trancafiado. E ainda tem deputados que o coloca entre os homens honestos deste país? É inacreditável! Ou melhor, um acinte à inteligência de nós brasileiros.

Ex-secretário de obras do Rio é preso pela Lava Jato nesta quinta

A manhã desta quinta-feira (3) está sendo intensa no Rio de Janeiro. Desde cedo policiais cumprem 10 mandados de prisão da Operação Lava Jato, sendo 9 mandados no Rio de Janeiro e um em Pernambuco. Já foi confirmada a prisão do ex-secretário municipal de obras, Alexandre Pinto, que foi secretário de obras no governo do prefeito Eduardo Paes.
De acordo com o portal G1, a denúncia partiu de acordo com a delação da Carioca Engenharia e diz respeito à corrupção, com pagamento de propina e desvio nas obras da Transcarioca e da drenagem de córregos da Bacia de Jacarepaguá.
No mês passado, os agentes deflagaram a Operação Ponto Final, que investigou pagamento de propina de empresários de ônibus a políticos e fiscalizadores dos transportes do Rio e levou a prisão de um dos maiores empresários do ramo: Jacob Barata Filho.
Os outros alvos da ação são lobistas e fiscais de obras. Essa é a primeira vez que a Lava Jato fluminense chega na esfera municipal.
Da Redação
Com informações do noticiasaominuto.com.br

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Brasileiros protestam e líder iraniano cancela a palestra que faria no final de semana em São Paulo


Valeu a pena a pressão dos brasileiros, a exemplo da senadora Ana Amélia (RS), contra a vinda ao Brasil do líder iraniano Mohsen Araki (foto), um dos radicais muçulmanos, que prega intolerância religiosa, sobretudo contra judeus ou qualquer outra pessoa que siga Jesus Cristo.

Na noite desta quarta-feira (26/07), o líder iraniano Mohsen Araki cancelou a palestra que faria neste sábado (29), em São Paulo. Além do encontro, Araki viria ao Brasil para pregar em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo do Irã.

A visita, no entanto, provocou forte reação no País. A primeira a se manifestar foi a senadora Ana Amélia, que afirmou em postagem nas redes sociais que, “a sua presença em nosso país, neste momento, é injustificável, pois se trata de um radical extremista que, nos temas internacionais, defende posições opostas à política pacifista defendida, historicamente, pelo Brasil”. Outra que não concordou foi a secretária de Direitos Humanos do Rio, Teresa Bergher, que encaminhou ofício aos Ministérios da Justiça e das Relações Exteriores pedindo a proibição do iraniano em território nacional. Isto fez com que a Polícia Federal entrasse em ação para monitorar a estada do líder muçulmano no País.

Já um documento assinado pelo arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer e o rabino Michel Schlesinger, da Confederação Israelita do Brasil, também se manifestaram contrários a vinda de Mohsen Araki. Os religiosos afirmam que “no Brasil, pessoas de diferentes religiões dialogam, convivem, celebram contratos, fazem comércio, estudam e veem seus filhos e filhas crescerem juntos em harmonia”.

Os líderes religiosos também escreveram um alerta “contra qualquer discurso destinado a propagar o ódio entre nossas comunidades”.

Antes da matéria da revista Veja ser publicada, o Novotel Center Norte, onde aconteceria a palestra, anunciou na página social do facebook que “o evento com a presença do sr. Mohsen Araki não seria mais realizado ali”. A reação positiva à decisão da gerência do hotel foi imediata. Internautas de várias partes do Brasil apoiaram a medida e consideraram um absurdo esse evento, “pois estamos marcando tudo e todos que apoiam esse Islã dos infernos e boicotando pra valer. Somos um povo cristão e não vamos aceitar a lei de outro País a Sharia, no Brasil”, comentou uma internauta.


Por: Gomes Silva

Foto: Reprodução/Google Imagens
Fontes:
Revista Veja
Facebook

Pastor recebe ameaça de morte de militantes LGBT e é obrigado a se mudar para proteger a família

Foto ilustrativa
A oposição dos ativistas gays ao cristianismo protestante vem crescendo e mais um ato de violência foi registrado, com um pastor tendo que se mudar de sua casa com sua família por causa de ameaças de morte.

 O pastor Rich Penkoski, líder do ministério Warriors for Christ (“guerreiros de Cristo”, em tradução livre), revelou que sofreu ameaças de morte de integrantes do movimento LGBT no estado da Virgínia (EUA), além de todo tipo de assédio, por sua manifestação contrária à adoção da bandeira gay no Facebook.

Diante da situação, a polícia da cidade onde ele vivia o “aconselhou” a deixar o local e se mudar para evitar que a segurança de sua família não fosse comprometida, segundo informações do portal The Christian Post.

Tudo começou quando o pastor usou a página do Warriors for Christ no Facebook para publicar um artigo em que dizia que os administradores iriam banir qualquer seguidor que usasse a bandeira LGBT na página, fosse em fotos ou através do polêmico botão de reação às publicações.

Imediatamente a militâcia homossexual passou a enviar inúmeras mensagens para o pastor, com ofensas. Algum manifestante mais exaltado chegou a enviar fezes à casa dele.

O caso repercutiu e Rich Penkoski explicou durante uma entrevista que não queria o uso da bandeira LGBT na página de seu ministério porque ela “é um símbolo de orgulho homossexual e somos um ministério cristão”.

Depois dessa entrevista, um famoso ativista ateu chamado Hemant Mehta passou a endossar o protesto contra o Warriors for Christ e o pastor. As declarações de Mehta levaram militantes LGBT e ateus a inundarem a página do ministério no Facebook com mais de 900 mil emojis da bandeira gay.

No campo de mensagens da página, centenas de comentários odiosos dos militantes foram publicados, criticando o ministério por se manter fiel à visão bíblica sobre a homossexualidade.

A gota d’água foram as ameaças de morte ao pastor mencionando o endereço de sua casa. “Eu conheço alguém que está esperando você para meter uma bala na sua cabeça”, dizia um recado enviado por um homem chamado Michael Grant.

Ainda na repercussão do incentivo feito pelo ativista ateu Hemant Mehta, o carro do pastor, que ficava estacionado na frente de sua casa, foi danificado, e a família de Rich Penkoski – além de vizinhos – relataram à Polícia que pessoas estranhas ao bairro tinham sido vistas rondando a residência.

Agora, em uma nova casa, em outra cidade, o pastor disse que irá se esforçar para não permitir que seu novo endereço se torne público, a fim de evitar maiores transtornos. “Eu não vou recuar, mas eu tenho seis filhos e também tenho que ser sábio sobre isso. Para mim, honestamente, é apenas uma questão de tempo até que uma dessas pessoas faça algo estúpido”, disse, preocupado. “Nada disso vai me fazer recuar. Não vamos parar de dizer a verdade”, concluiu.


Da Redação

Com informações do gospeltimes.com.br

Pregador islâmico convoca muçulmanos a matar todos os judeus


O pregador islâmico Ammar Shahin (foto), convocou todos os muçulmanos a matar os judeus, em sermão realizado na última sexta-feira (21) no Centro Islâmico de Davis Masjid, na Califórnia.

O vídeo traduzido pelo Instituto de Pesquisas de Mídia do Oriente Médio (MEMRI, na sigla em inglês) mostra que o imame orou a Alá para “aniquilar até o último judeu”, não poupando nenhum deles.

“Oh Alá, nos mostre o dia negro em que você irá lhes infligir, e as maravilhas de sua capacidade. Oh Alá, os conte um por um e aniquile até o último [judeu]. Não poupe nenhum deles”, declarou o líder muçulmano.

Shahin ainda enfatizou que o hádice (corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Maomé) não revela onde acontecerá a batalha final.

“Não sabemos se é na Palestina ou em outro lugar", disse o imame, sugerindo a possibilidade dessa batalha acontecer também nos Estados Unidos ou Europa. “Quando essa guerra explodir, os judeus vão correr e se esconder atrás de cada pedra, casa, parede e árvore”.

O pregador islâmico também rezou para que a Mesquita de Al-Aqsa, situada em Jerusalém, seja libertada da "imundície dos judeus".

"Oh Alá, liberte a Mesquita de Al-Aqsa”, disse ele sobre o espaço conhecido pelo judaísmo como Monte do Templo. “Oh Alá, faça isso acontecer por nossas mãos. Vamos desempenhar um papel neste processo”.

Nascido no Egito e com uma licenciatura em Estudos Islâmicos, Shahin viajou para os EUA em 1999 e obteve um diploma em engenharia informática. Ele é instrutor do Instituto Islâmico Zidani, que ensina o Islã sunita ao Ocidente.

Da Redação
Com informações do gospeltimes.com.br

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Projeto Vista Margarida traz coleção de roupas inspiradas na história de Margarida Maria Alves


Nesta quinta-feira (27/07), será lançado em Campina Grande o Projeto Vista Margarida, um espetáculo intermídia de teatro contemporâneo, que traz uma coleção de roupas baseada na história da sindicalista Margarida Maria Alves. O evento acontece no Teatro Municipal Severino Cabral, a partidas das 19h, e conta com a participação da cantora Sandra Belê, da ciranda do quilombo Caiana dos Crioulos e dos bailarinos do projeto Homens na Dança.

A líder sindical paraibana foi assassinada na porta de casa, em 1983, por um matador de aluguel. Três meses antes de morrer na frente do marido e do filho, em um discurso de comemoração pelo 1° de maio (Dia do Trabalhador), ela disse que “é melhor morrer na luta do que morrer de fome”.

Hoje, 32 anos depois de sua morte, as palavras de Margarida ainda ecoam entre as mulheres trabalhadoras rurais e dão força para a luta diária por representatividade e melhores condições de trabalho e de vida no campo.

Outra frase famosa do mesmo discurso, “da luta eu não fujo”, está gravada em umas das paredes da antiga casa de Margarida Alves, que se transformou em museu em 2001. Na construção simples, uma geladeira azul que foi da camponesa ainda está guardada.

Nos quatro cômodos da casinha de fachada amarela também estão à vista documentos da época em que Margarida liderava o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, atas de reuniões, instrumentos usados pelos trabalhadores no corte da cana-de-açúcar para as usinas, fotos e objetos pessoais: uma camisa branca com bordado de flores, os óculos, o chapéu usado por ela quando visitava os trabalhadores na roça e uma bolsa.


Por: Gomes Silva
Fotos: Ascom

Fonte:
Ascom
http://www.revistaforum.com.br

Líder radical muçulmano vai visitar o País, mas senadora protesta pelo povo brasileiro


A cada dia os brasileiros se veem mais próximos dos radicais muçulmanos, que prega intolerância religiosa, sobretudo contra judeus ou qualquer outra pessoa que siga Jesus Cristo. Isso se deve ao fato de as fronteiras terem sido abertas e a facilidade concedida para que os estrangeiros entrem no mais sem maiores exigências.

Esta semana deve desembarcar em São Paulo O iraquiano Mohsen Araki, considerada uma estrela do islã xiita. Dono do título de aiatolá, ele faz parte do círculo mais próximo líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, de quem é amigo pessoal desde a juventude. Ele vai palestrar em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo do Irã no Brasil. No sábado dia 29, ele proferirá uma palestra no evento “Os Muçulmanos e o Enfrentamento ao Terrorismo Radical”, no Novotel Center Norte (SP). Uma ironia por Araki ser conhecido justamente por pregar a violência contra o que ele define como inimigos do islã.

Mas quem pensa que os brasileiros vão ficar calados, está enganado. A jornalista e senadora Ana Amélia Melo (PP-RS), protestou contra a vinda ao Brasil de desse aiatolá ligado ao terrorismo. Ela ressaltou As manifestações desse líder radical, “que oprime as mulheres e as minorias de seu país, persegue opositores, apoia organizações terroristas e prega o ódio contra o Estado de Israel”.

Veja abaixo o protesto da senadora Ana Amélia, que ela postou nas redes sociais contra a vinda ao Brasil do aiatolá Mohsen Araki, ligado ao terrorismo:
“A visita ao Brasil do aiatolá Mohsen Araki, representante de um fundamentalismo religioso retrógrado, que se impõe pelo ódio a outras religiões e às liberdades individuais e que se coloca na contramão dos valores da sociedade contemporânea, merece nosso protesto.

As manifestações desse líder radical, que oprime as mulheres e as minorias de seu país, persegue opositores, apoia organizações terroristas e prega o ódio contra o Estado de Israel, precisam ser combatidas. A sua presença em nosso país, neste momento, é injustificável, pois se trata de um radical extremista que, nos temas internacionais, defende posições opostas à política pacifista defendida, historicamente, pelo Brasil.

Diante da campanha antissemita do indesejável visitante, é importante lembrar que um gaúcho teve papel destacado na formação do Estado de Israel, um país com democracia plena. Foi Osvaldo Aranha que, ao assumir a presidência da Assembleia Geral da ONU, em 1947, conduziu as articulações que resultaram na criação do estado judeu. Visitei recentemente Israel e pude constatar o grande desenvolvimento social, político e econômico, com destacado protagonismo em ciência e tecnologia.

Note-se, também, o esforço de muitos líderes em busca da paz no Oriente Médio. As atitudes e as declarações de Mohsen Araki em nada contribuem para esse esforço. Ao contrário, acirram ânimos e provocam retrocesso no que já foi conquistado com sacrifício e muito sangue derramado”.

A agência internacional EFE destacou a ação da Conib e da Fisesp para deixar as autoridades brasileiras cientes desta questão.

O anfitrião do aiatolá Mohsen Araki no Brasil é o xeque iraquiano Taleb Khazraji, do Centro Islâmico no Brasil, outra figura ligada ao Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado nas investigações do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), em Buenos Aires como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em 1994.


Por: Gomes Silva
Fontes:
http://www.gazetadopovo.com.br
http://www.conib.org.br
Foto: Arquivo da Senadora