quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lembrando o passado

Amigos: irmãos Lessiana, Marcelo, irmã Francisca, presb. Raimundo Costa, dando atenção especial à nossa despedida. Eliza, Sakarov (blusa preta) e o então noivo Anderson (hoje casados) completam o time
A irmã Francisca (Esquerda) e a missionária Eliza sempre nutriram grande amizade. Dá pra vê...

Aqui, eu entrego a chave a igreja ao presbítero Raimundo Costa, nosso substituto, no dia da despedida

Deus te abençoe, irmão Raimundo Costa

Por que tanto riso? Claro. Era a saudade que já fazia parte do coração de ambas


Despedida com jantar na casa do irmão Francisco (tênis), Roberta (vestido) e vários irmãos como Orismar (camisa azul), Betinha, e os irmãos acima: Neco (?), André e Oliveira (amigão). Tenho saudade de todos vocês.

Que bom. Fiquem com Deus. E gente vai com Ele - rsrsr


Pr. Gomes Silva

Há um ano, exatamente no dia 23 de julho, saíamos de Parnaíba-PI (eu, a esposa e dois filhos – e uma ovelha) com destino a Campina Grande. Era um retorno depois de um ano e três meses trabalhando para O SENHOR. Na bagagem, a convicção de ter dado o melhor de mim diante das dificuldades encontradas e das impossibilidades – criadas por pessoas outras -, para que não colocássemos em prática um trabalho, que, se posto em prática, com certeza, os frutos teriam sido bem maiores.

Contudo, alegro-me por ter conhecido muita gente e de ter feitos boas amizades na terra do “Mão Santa”, as quais não esquecerei jamais.

Naquela ocasião, voltávamos para a Rainha da Borborema – uma decisão minha -, certo de que não teríamos uma igreja da nossa convenção a nossa disposição para dirigir, já que, as que já existiam, tinham seus pastores. Isso, claro, compreensível na mente de qualquer pessoa, ainda mais na de uma pessoa que aprendeu com Deus a fazer a Obra com responsabilidade e respeito aos seus líderes e aos companheiros de ministério, embora em alguns casos a recíproca não tenha sido verdadeira.

Apesar de “esquecido” por alguns (rsrsr), sei que o momento é de Deus e que a hora vem em que olhos verão e os plantonistas do mau verão o levantar da parte de Deus.

Todavia, a experiência valeu a pena. Aprendi ainda mais como não fazer a Obra de Deus; e, ao mesmo tempo, aumentar a minha convicção de que estávamos no caminho certo (e vou continuar): Fazer a obra com amor, respeito às ovelhas do Senhor, preocupação com o próximo e seriedade no conduzir as atividades eclesiásticas. (aliás, lamento profundamente que tenha líderes por este mundo afora fazendo a Obra do Senhor de qualquer jeito ou deixando as ovelhas de Cristo viver a seu bel-prazer e longe de uma vida digna de ser chamado filho de Deus). Só não sei o que irá acontecer no futuro, que está no controle do Altíssimo.

Mas, a cada estágio de nossa vida, aprendemos ainda mais. Que as vidas salvas e outras que foram edificadas nos rincões do Piauí sirvam-me de estímulo e inspiração para continuar trabalhando, seriamente, para o Senhor Jesus.

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Gomes Silva
Pastor, jornalista, Especialista em Comunicação Educação, Curso em Psicologia da Educação e Treinamento para Liderança pela Churches In Mission - EUA; e pelo ILI - International Leadership Institute - EUA/Brasil e etc.