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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Se a Lei da Ficha Lima prevalecer, um abraço para a galera petista

Foto ilustrativa: Google Imagens
Depois de um bom tempo, resolvi, hoje, dá outra olhada na Lei da Ficha Limpa diante de tanta propagação dos petistas, dizendo que Lula é candidato a presidente da República.

Com certeza, os petistas não conhecem a Lei de Ficha Limpa, que foi promulgada pelo próprio Luiz Inácio Lula da Silva quando foi presidente do Brasil.

Desconhecem os petistas que a Lei da Ficha Limpa foi um projeto de iniciativa popular. Ou seja, foi o povo que encabeçou a luta pela Ficha Limpa em função da corrupção e outros males que estavam tomando conta do país naquele momento (já em 2010). E ele assinou porque pensava que, pela influência que tinha, nunca seria incomodado pela Justiça, principalmente porque tinha colocando petista em cargos importante em quase todas as esferas da Justiça. E que, teoricamente, não iriam incomodá-lo. Acabou se dando mal.
Não vou mencionar toda a lei. Apenas algumas partes, que servem para tirar dúvidas de algumas pessoas que insistem em dizer que Lula é pré-candidato à presidência da República e que até lutam para tirá-lo da cadeira para fazer campanha.

LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010
        
Altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.

Art. 2º - A Lei Complementar nº 64, de 1990, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º ................................................................................................
e) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes:

1. contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público;

2. contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência;

3. contra o meio ambiente e a saúde pública;

4. eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade;

5. de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública;

6. de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores;

7. de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos;

8. de redução à condição análoga à de escravo;

9. contra a vida e a dignidade sexual; e

10. praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando;
f) os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de 8 (oito) anos;

(...)
l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena.
(...)
“Art. 15.  Transitada em julgado ou publicada a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato, ser-lhe-á negado registro, ou cancelado, se já tiver sido feito, ou declarado nulo o diploma, se já expedido.


Por: Gomes Silva

Jornalista Independente

Ninguém está acima da lei, inclusive Lula

Pr. Gomes Silva
Foto ilustrativa: Google imagens

De longe tenho acompanhado o imbróglio envolvendo a Justiça, PT e seguidores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por causa de prática de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o tríplex do Guarujá-SP.

O que me chama a atenção é o inconformismo que domina o íntimo de os seguidores do ex-presidente Lula. Eles sabem que seu líder errou, cometeu o pecado da corrupção, porém, insistem em defendê-lo com o argumento de que não houve golpe, pois não há provas.

Os petistas (esquerdistas, comunistas) esquecem que Lula foi acusado, investigado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, entre outras. O processo foi para um juiz de primeira instância (13ª Vara Criminal de Curitiba), onde foram ouvidas 87 testemunhas (contra ou a favor) e quem foi honesto em seu depoimento não surtou. Contou a verdade, a exemplo do zelador do prédio, que afirmou: “Para nós foi dito que o apartamento era do ex-presidente”. E sempre foi o próprio que abria o apartamento para Marisa e Lula entrarem.

Lula foi condenado em primeira instância a pouco mais de 9 anos de reclusão. O processo foi para a análise na segunda instância (TRF-4), onde a pena foi aumentada para 12 anos e um mês.

Inclusive, a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com um pedido de liminar no Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, com sede em Genebra, no qual pedia que o órgão solicitasse ao governo brasileiro que impedisse a prisão dele até que se esgotassem os recursos contra sua condenação em todas as instâncias da Justiça. O que não prevaleceu.

Já fizeram de tudo.  Inclusive entrando com pedidos de habeas corpus para soltar Lula junto ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ). E, em apenas um dia, a presidente, ministra Laurita Vaz, negou de uma só vez, 143 habeas corpus protocolados por terceiros pedindo a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde que o desembargador Rogério Favreto praticou aquele verdadeiro ataque kamikaze para "soltar" Lula.

Os petistas não podem exigir uma soltura de seu líder muito menos a sua participação no processo eleitoral porque todos os recursos foram julgados e rejeitados pelas cortes jurídicas do País, inclusive no Supremo Tribunal Federal, onde estão presentes diversos ministros indicados pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Tentaram dá um golpe no povo brasileiro com aquele armação para soltar Lula aproveitando o desembargador Rogério Favreto, da 4ª Região. Só que esqueceram que foram esgotadas todas as oportunidades de recurso, seja após a 2ª Instância, seja com o acionamento do STJ ou do STF. Nesse caso ocorreu o trânsito em julgado da decisão – Ou sejam, sem cabimento a novos recursos. Daí ter sido considerada uma armação o que o desembargador Favreto fez durante seu plantão na 13ª Vara Criminal de Curitiba.

Isto significa, então, que Lula está preso e tem que cumprir a pena. E ponto final. Se o PT, juntamente com ministros petistas no STF, vão “aprontar” outra armação, como aconteceu com Favreto, não sabemos.

Os petistas têm que conviver com essa nova realidade no partido. A de que Lula não está acima da lei e tem que pagar por seus atos de corrupção como aconteceu e vai continuar acontecendo com outros que já foram penalizados e outros que “estão” aguardando a sua vez para sentar à frente de quem tem a competência jurídica para se justificarem.

O PT devem acabar com essa história de golpe; que sequestraram o Lula com a negativa de sua soltura. Seus aficionados precisam agir com honestidade sob a pena de presenciar o fim do partido muito em breve, pois não tem argumentos para se sustentar. Seus filiados não têm como justificar o caos que promovido no Brasil durante os governos de Lula e Dilma. E a saída tem sido usar sempre o mesmo jargão: “Tiraram Dilma, uma mulher honesta, eleita por 54 milhões de brasileiros”; “Temer é golpista”, “governo ilegítimo” (Temer); “Lula é um preso político”.

Eles esquecem das pedadas de Dilma, que Temer foi colocado no poder pelo PT e que no Brasil não existe preso político. Essas justificativas já estão irritando os brasileiros que estão à procura da verdade dos fatos envolvendo Dilma, Lula, José Dirceu, empreiteiras e etc.

A continuar proliferando mentiras, através de sua militância, certamente a morte do PT é iminente.

Quem avisa, amigo é!




quinta-feira, 5 de julho de 2018

COMO É BONZINHO O COMPANHEIRO TOFFOLI...

Por Percival Puggina


Dias Toffoli, o paraquedista enxertado por Lula no STF, cassou a decisão do juiz Sérgio Moro que impusera a José Dirceu o uso de tornozeleira eletrônica. Ao expedir a ordem, com o pé no estribo do recesso, o ex-funcionário do PT afirmou, sem revelar o menor constrangimento, que a Segunda Turma (sempre ela!) concedera “liberdade plena” ao preso e que, portanto, tornozeleira era uma inibição da liberdade. Daquela, fulgente, de asas ao vento, que o trio maravilhoso fizera raiar para o pensionista da Papuda.

Liberdade plena! Claro, por que não? Só porque Dirceu é um criminoso reincidente em corrupção passiva, condenado em segunda instância por tribunal federal, num novo processo, a mais de 30 anos de prisão? Como encarcerar, só por isso, um guerreiro herói do povo brasileiro? Afinal, a matéria adquire urgência absoluta posto que a carimbada, rotulada e descarada maioria da Segunda Turma vislumbrou “plausibilidade nos recursos interpostos [pela defesa] quanto à dosimetria da pena”. Faz sentido. E, se refeitos os cálculos, os 30 anos forem corrigidos para 30 dias? Para 30 minutos? Já pensaram nisso? Toffoli pensou.

Cai sobre tão insólitas decisões o silêncio dos adoradores de corruptos, a mais nova seita nacional. Fervilham os engomados e bem trajados jurisconsultos nos corredores das carceragens. Imagine leitor, a inveja ao longo do corredor enquanto os demais presos acompanhavam os passos de Dirceu rumo aos portões do presídio. “Quando sair daqui vou para a política!”, devem ter jurado a si mesmos.

A Segunda Turma faz a festa dos grandes escritórios de advocacia criminal! Querem nos convencer de que estamos presenciando as maravilhas de um ordenamento jurídico perfeito. No firmamento da democracia, ele faz luzir a constelação dos inabaláveis direitos dos cidadãos. Dito isso for the record, bota o pé no chão, deixa de frescura e solta a bandidagem endinheirada. Libera os amigos. Protege os companheiros.

É preciso andar de quatro, com o nariz enfiado no chão, para imaginar que [no firmamento da tal “democracia” da Segunda Turma] os mesmos favores, o mesmo atendimento urgente em meio àqueles arquivos empoeirados, são conferidos a todo processo, a toda petição. E que a mesma orelha ministerial esteja sempre disposta a ouvir todas as arengas e a atender todos os telefonemas. Por quem nos tomam?

É instigante observar que os cavaleiros do apocalipse moral do país, veneráveis patronos da impunidade eterna, ostentam uma característica comum. São bifrontes. Têm uma face para promover a impunidade, para jurisdicionar e fazer felizes os grandes corruptos. E outra para – peito estufado de vaidade enferma – descrever tais atos como virtuoso exercício de sua missão constitucional.

Da redação
Com informação da Gazeta do Povo

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Lula será preso nesta sexta como sexto ex-presidente do Brasil a ser preso

O juiz Sérgio Moro decretou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, fez algo que não estava dentro do esperado: Pediu para o “ex” se apresentar voluntariamente nesta sexta-feira até às 17h.

Outra cousa: Lula não será algemado por determinação do próprio Moro, levando em consideração o cargo que ele assumiu: A presidência da República.
Todavia, esta não é a primeira vez que um ex-presidente brasileiro vai para a cadeia. Ele será o sexto na história do Brasil. Antes haviam sido preso: Marechal Hermes da Fonseca (1910-1914), Washington Luís (1926-1930), Artur Bernardes (1922-1926) e Juscelino Kubitschek (1956-1960) passaram um tempo atrás da grades. Nenhum deles por corrupção.

De acordo com a história, Washington Luís e Juscelino Kubitschek foram presos durante a vigência de regimes de exceção. Hermes da Fonseca criticou o governo e Artur Bernardes tentou um levante contra Getúlio.

A prisão de Lula é diferente dos seus “antecessores” na Papuda ou na República de Curitiba. A de Lula foi acusado por corrupção e lavagem de dinheiro no julgamento do primeiro processo. Outros virão, a exemplo do sítio de Atibaia, cujas comprovações são mais robustas do que as que foram apresentadas em relação ao Tríplex.

Cadê a democracia?


O derrota de Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta para quinta-feira confirmou mais uma vez que a “democracia no Brasil” só existe (ou existia) no pensamento dos seguidores deles quando evocam os seus direitos. Todavia, quando essa mesma democracia se exaure a seu favor, passam a agredir seus algozes, desconhecendo os preceitos constitucionais segundo os quais todo cidadão tem direito de ir e vir e à livre manifestação de pensamento.

Tão logo ficou evidenciada a derrota de Lula, a partir do voto da ministra Rosa Weber contra o habeas corpus, o líder do MST, Alexandre Conceição, afirmou: “Não tem mais valsa. É porrada,é guerra, é luta e venceremos”, uma apologia ao crime, à invasão de terra, à desordem. Ele disse prometeu à reportagem da Folha de São Paulo, ocupar “todos os prédios públicos” e “todas as terras”.

Na realidade, Lula e sua turma sabiam que iam ganhar tranquilamente essa causa. Só não contavam com a “coragem” de Rosa Weber de contrariar as esperanças petistas ao seguir orientação do relator, ministro Edson Fachin. Ela foi chamada de traidora, mas traidora seria se ela tivesse inocentado Lula e escancarado as portas dos presídios ao livre trânsito dos presidiários.

A derrota de Luiz no STF foi um alívio para a maioria da população, que, certamente temeu quanto a votação chegou 5 x 5. Houve uma jogada de mestre do advogado do ex-presidente, José Roberto Batochio, pedindo a dispensa do voto da presidente daquela corte, Carmem Lúcia, em quem estava, naquele momento, o futuro de Luiz Inácio Lula da Silva. Ou em casa ou na prisão.

Como o advogado lulista passou vergonha por não ter interpretado direito o regimento do supremo, Carmem Lúcia votou e rejeito o HC de Lula.

Longe de conhecer o significado da palavra “democracia”, seguidores de Lula, irados, descontrolados e desconsolados deixaram claro que iriam para a porrada, defendendo “um abril vermelho”. O próprio Alexandre Conceição fez ameaças a órgãos de comunicação, a exemplo da TV Globo, responsabilizando-a por "permitir que nosso povo seja humilhado".

Mas, cadê a democracia que tanto o PT e os seguidores de Lula falam e defendem? Quer dizer que ela só existe quando é para favorecer os interesses petistas? Não, não senhores “vermelhos”. Não à balbúrdia, não à agressão, não à destruição prédios públicos.

Temos que entender que nem todos os dias as vitórias são nossas parceiras. E, obviamente, é por isso, que corremos à procura delas. Mas, em não acontecendo da maneira como desejamos não implica que o mundo acabou. Agora, quanto ao futuro político de Luiz Inácio Lula da Silva e o êxito nas eleições presidenciais deste ano passou a ser uma incógnita.

Mas a democracia, não! Ela está de pé, mesmo com tantos ataques!

sábado, 25 de novembro de 2017

Que País nós queremos construir?

Foto: google imagens

Pr. Gomes Silva


Quem tem alegria, prazer em ouvir ou assistir a um programa jornalístico, hoje, no Brasil, seja através da rádio ou da televisão? Pouquíssimas pessoas. Ainda mais porque, quanto mais desgraças mais enfoque é dado pela mídia.

Você liga o rádio ou a televisão local, agora, e pensa que o veículo de comunicação está repetindo a matéria do dia anterior: Corrupção, assaltos, roubos, assassinatos. É como se não tivesse outro assunto importante para divulgar. Tem, sim, mas o enfoco é dado ao que o povo está querendo.

Em nível nacional a situação é pior. As manchetes são “repetidas”. Não, não são repetidas. São fatos reais que acontecem a cada segundo no Brasil. As notícias começam logo ao amanhecer com o anúncio da prisão de corruptos por parte da Polícia Federal. Daqui a pouco: Assalto a banco na cidade tal. O noticiário policial nem terminou e lá vem mais uma: Prefeito é cassado por corrupção e compra de votos. Ou empresário é preso acusado de integrar máfia das licitações, da gasolina, da propina etc.

Mas os acontecimentos drásticos não ficam apenas nisso. Estamos vendo no Brasil bandidos administrando, amedrontando a população e nada sendo feito pelas autoridades para contê-los. É como os esses prelados estivessem a serviços dos “sem leis”; políticos saem de suas terras para se especializar em corrupção em Brasília, claro, com raríssimas exceções. Assim, políticos são presos por corrupção e lavagem de dinheiro e outras acusações; movimentos sociais tentam destruir a família, primeira instituição criada por Deus; organizações não governamentais propagam que ninguém nasce homem ou mulher, inventando uma tal “identidade de gênero”, que, na prática, não existe, tentando, assim, modificar a biologia, que diz que nascem pessoas do sexo feminino ou do sexo masculino. Não existe uma terceira opção, mesmo porque Deus fez tudo perfeito.

Tem também aqueles que perderam completamente a noção do que é realmente cultura e promovem eventos, onde a cultura existente é um homem nu sendo tocado por uma criança e centenas de outros jovens ao redor reverenciando tal acontecimento; ou ainda exposições enfatizando sexo de homens brancos com preto; de sexo de homens com animais; sexo oral e ainda dizem ser isto é uma “beleza de arte”?

Mas tem aqueles que vêm tentando, a todo custo, trocar o natural criado por Deus pelo antinatural - homem casando com homem, mulher com mulher; crianças sendo doutrinadas para serem gays ou lésbicas já nos primeiros anos de vida.

Nessa mesma barriga de imundície, estão alguns sem coração, que lutam pela descriminalização do aborto - assassinato de crianças indefesas (Em 1940, o Código Penal oficializou o aborto como crime contra a vida e fixou penas: até três anos de prisão para as mulheres); e das drogas, que levam todos os anos milhares, principalmente, de jovens usuários para cemitérios ou para os presídios.

Que país é esse, onde querem acabar com o Dia dos Pais, Dia das Mães? Onde alguns têm orgulho de ser gay e familiares batem palmas como se isso fosse a coisa mais natural do mundo? Tá todo mundo de cabeça para baixo ou querem mesmo “esculhambar” essa sociedade?

Que país, realmente, estamos lutando para construir para as próximas gerações?





quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A INCOERÊNCIA ESQUERDISTA

Foto ilustrativa [google imagens]
O Brasil assistiu nesta quarta-feira mais um imbróglio na política partidária brasileira, quando a Câmara dos Deputados votou e aprovou relatório contrário à investigação do atual presidente da República, Michel Temer, pelo Supremo Tribunal Federal(STF). Foi um dia de acusações e de defesa a Temer. Mas foi, também, um momento de os candidatos armarem seus palanques visando às eleições de 2018.

Durante o dia não tive disposição para ouvir hipocrisias e defensa do indefensável. Da agressão moral de muitos que não tem moral para vociferar outrem do mesmo naipe político. E quando tentei assistir à votação nos instantes finais, não aguentei a continuidade da hipocrisia de dezenas de parlamentares. E desliguei a TV diante de tantas justificativas esfarrapadas que eles faziam ao votar, fazendo média com o eleitor, que vai às urnas no próximo ano.

Dizer que estava votando em nome do povo, quando esse mesmo povo não tem vez nem voz é uma perversidade sem tamanho. Porque se os brasileiros fossem, pelo menos, consultados muitos projetos de lei nem seriam editados. E, se se o parlamento ouvisse o povo, certamente 80% dos que ali estão já teriam caído fora. Votar em nome do povo – da maneira como estão agindo contra esse mesmo povo – é hipocrisia. É uma forma indireta de pedir o voto para o pleito que se aproxima.

Outra hipocrisia é a da esquerda – todos os partidos que defendem a bandeira comunista, tendo à frente o Partido dos “Trabalhadores”. Seus representantes usaram o microfone para dizer: “Contra a corrupção, contra o atraso, contra o favorecimento aos banqueiros, eu voto não (o não aqui era contra a aprovação do relatório afastando Temer das investigações pelo STF), diretas já, Lula 2018”.

Esses parlamentares não tem juízo? Creio que sim, mas com algumas “peças a menos”. Dizer que votava contra a corrupção, mas ao mesmo tempo defendendo a volta de Lula à presidência é uma incoerência imensurável.


Lula está dentro de um manancial de acusações contra ele. De todos os tipos. Já está condenado pela Polícia Federal, esperando tão somente a confirmação pela turma da 4ª Região no Rio Grande do Sul para ser trancafiado. E ainda tem deputados que o coloca entre os homens honestos deste país? É inacreditável! Ou melhor, um acinte à inteligência de nós brasileiros.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Juíza diz em artigo que existem duas justiças no Brasil: A dos juízes indicados por políticos e a dos juízes concursados

Os ministros do STF Gilmar Mendes, Dias Tófolli e Ricardo Levandovisk soltaram Zé Dirceu. Convido meus amigos do Face a ler o texto abaixo, da lavra da juíza Ludmila Lins Grillo, com o qual o País todo concorda plenamente.

Esse texto, conforme a autora foi escrito em dezembro de 2016

"Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.

O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil . Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos.

Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?

É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.''

Fonte: Dr. Edailton Medeiros - Campina Grande-PB
Facebook da Juíza 



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

OUTRO IMPEACHMENT?

Pr. Gomes Silva

Por causa da corrupção, milhares de brasileiros foram às ruas no último domingo externar sua insatisfação e pedir o Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Diferentemente do que aconteceu à época de Fernando Collor de Melo, quando a nação teve a maioria de seus patrícios nas avenidas gritando “impeachment”, os atuais protestos não ganham fidúcia, pois há outros movimentos defendendo a atual inquilina do Palácio do Planalto.

Nesta quinta-feira, quatro dias depois dessas manifestações pedindo o banimento da presidente Dilma Roussff, partidos de esquerda, como PSOL, PT e PC do B e momentos sociais, como UNE (União Nacional dos Estudantes), CUT e Movimento dos Sem Teto, realizaram Atos pró-Dilma (ou melhor, “Movimento Pró-Corrupção”) em várias cidades do Brasil, defendendo a continuação dela na presidência e a permanência da democracia. Contudo, e mesmo que pareça paradoxal, apesar do apoio a presidente os manifestantes criticaram o ajuste fiscal, a Agenda Brasil, pacote de medidas propostas pelo PMDB ao tempo que pediram a saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados.

Mas até que ponto o impeachment, agora, resolveria os atuais problemas da corrupção no Brasil e tantos outros que estão na mão do “detonador”? A dúvida existe e não podemos negar o acúmulo de denúncias todos os dias pela Operação “Lava Jato”. Como também não podemos camuflar a crise instalada no País pelo Governo do PT, o maior engodo administrativo de todos os tempos na política nacional.

Com Dilma ou sem Dilma o Brasil vive um momento drástico e nada disso, pelo que estamos vendo, não mudará. Sem direção, sem autoridade e sem credibilidade dentro e fora do País, o governo atual vive como pavão (“desculpe-me” o pavão pela citação): Dono de uma plumagem exuberante, ou melhor, bonito no discurso, porém vagaroso no agir e frágil nos disfarces com a recessão econômica, a corrupção interminável, o desemprego aumentando, a comida sumindo dos celeiros e os choques mensais nas contas de água e luz. Por que não mudará? Pelo menos é a concepção que tem o cidadão inteligente, dotado de conhecimento dos princípios norteadores de uma nação. A Bíblia, maior epítome de orientação de Deus ao ser humano, está esquecida por aqueles (ou aquelas) que deveria utilizar-se de seus escritos para cumprir sua missão.

Deus, em sua infinita soberania, antecipou ao povo o que poderia acontecer quando o ímpio está no poder. Em Provérbio 29:2, está escrito: “Quando o Justo governa o povo se alegra, mas quando o ímpio domina o povo geme (padece)”. Infelizmente, a gente ver tantas pessoas tentando resolver os problemas de natureza política, social, econômica e cultural, porém sem levar em conta a importância de Deus na história. Em assim sendo, seja quem for o investido de autoridade governamental nós vamos continuar sofrendo as consequências da inaptidão dos que se mantem além dos princípios das Sagradas Escrituras, que mostram claramente que, “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

ALÉM DO IMAGINÁVEL

Pr. Gomes Silva

Mesmo antes das últimas eleições presidenciais, falava-se que o nosso País estava prestes a enfrentar uma de suas maiores tempestades administrativas. As previsões passadas, que vislumbravam praticamente apenas malefícios no campo da singularidade – principalmente na área econômica do Governo Federal -, hoje foram pluralizadas devido a gama de prejuízos para o povo brasileiro.

Não são apenas os problemas do plano econômico que se tornaram um caos no Brasil. Juntam-se a eles os de outros campos, cruéis da mesma forma. Um exemplo é o da política. Ela enfrenta, talvez, o pior descrédito desde o período ditatorial. Ou seja, nem mesmo no famigerado Governo Fernando Collor de Melo se viu tantas crises administrativas (entre as que foram publicizadas) do que no de Dilma Rousseff II. Sem falar em campos como agricultura, segurança pública, educação, Previdência Social, saúde e até o esporte bretão (Leia-se Confederação Brasileira de Futebol – CBF e seus filiados atolados em dívidas com a Previdência Social e trabalhistas).

A crise brasileira se agrava sem as mudanças das reformas estruturais, que tanto se esperava para este segundo governo da presidente Dilma Rousseff, a exemplo do Código Penal Brasileiro; uma melhor explicação e forma de discutir a maioridade penal para menores de 16 anos; a reforma política que ainda não saiu do campo das discórdias; a tão esperada substituição do ICMS por um imposto cobrado sobre a movimentação financeira realizada na unidade, que seria uma medida – em minha opinião -, racional e que asseguraria a cada ente federado, a autonomia para definir sua arrecadação, sem interferir na arrecadação dos demais e sem interferência do poder central, embora tenhamos a consciência de que esse tipo de tributação exige medidas monetárias complementárias que já poderiam ter sido abraçadas no Brasil e que são de fácil e inadiável implantação.

Aliás, quem não se lembra do dia 8 de março último? Durante plena comemoração do Dia Internacional da Mulher, Dilma reconheceu, em rede nacional de mídia, que “a crise brasileira era grave”.

Na realidade, a presidente está se enrascando. E os números da pesquisa do DataFolha, colocando o Governo Dilma Rousseff com o péssimo índice de avaliação dos governos federais de todos os tempos, com 71% de rejeição, sendo pior que a avaliação final do Governo Collor, que acabou em impeachment, levam-na ao desconforto do abandono. Vários partidos, como PDT e PTB já pegaram o boné e tomaram uma postura de “libertação” das benesses do Palácio do Planalto, abdicando de ministérios e outros privilégios para votar como quiserem a partir de agora.

Concordo, sim, com a análise do Frei Betto, publicada pela Rede Brasil Atual, na qual afirma: “ao jogar a governabilidade nos braços do mercado financeiro e do Congresso, em vez de investir na agenda de reformas, como a tributária e a política, o governo tenta colher frutos onde não semeou”.


E ai vai acontecer a máxima de que, “colhe-se daquilo que fora plantado”.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Oxente, cadê a Bíblia?

Pr. Gomes Silva
           
Um título, estampado no site http://noticias.universia.com.br/ me chamou à reflexão: “18 livros que você precisa ler antes de morrer”. Não que eu esteja pensando em partir deste plano terreno mais cedo. Nada disso. A curiosidade invadiu o meu ser e comecei a imaginar alguém sentado à mesa lendo uma pilha de livros idealizando  como será a sua despedida dos que ficam. A intenção da recomendação talvez não tenha esse objetivo, porém desperta o leitor a fazer inusitadas conjecturas.

Antes de prosseguir falando da lista dos livros clássicos é aconselhável definir a morte pela ciência e pela teologia ortodoxa (pura), por tratar-se de um dos assuntos menos abordados no seio da nossa sociedade, inclusive em algumas esferas da própria igreja evangélica. Mas dois tipos de morte são conhecidíssimos: Física e espiritual.

A morte física, pela definição científica, “é conhecida de todos e ocorre quando se encerra toda e qualquer atividade de vida no corpo; total falência dos órgãos vitais de vida como o coração e o cérebro. É o cessar do fôlego de vida definitivamente”. Biblicamente, o livro de Eclesiastes no capítulo 12, versículo 7 diz: “E o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu”. Isto significa dizer que todo ser humano veio do pó da terra, como Adão e Eva, e este será o mesmo processo que conduzirá a matéria ao seio da terra, agora, de forma inversa.

Quanto à morte espiritual, não há consenso entre os cientistas da área da psicanálise em geral; o único consenso que há é que as pessoas sofrem emocionalmente, contribuindo, assim, para a morte do ser humano. A Causa do sofrimento pode ser uma consciência de culpa, um trauma, algo desagradável e conflitante que tenha acontecido e/ou esteja acontecendo que cause desconforto e infortúnio interior e descontrole. Biblicamente, Paulo escreveu aos romanos dizendo: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 6: 23). Obviamente, quando uma pessoa se desvia completamente das virtudes, dos bons hábitos e costumes estabelecidos por Deus; colhe morte. A morte espiritual é fruto da pratica constante de pecado sem demonstração de arrependimento; é o ato de desprezar a Palavra de Deus se negando a ouvi-la e praticá-la: “É o ato de rebelar-se contra Deus, Desobedecer as Leis de Deus”.

Contudo, entre os nomes dos clássicos da lista dos 18, constam: Do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa; A Divina Comédia, de Dante Alighieri; Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; Madame Bovary, de Gustave Flaubert; Os Sertões, de Euclides da Cunha; O Príncipe, de Maquiavel; Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski; Coração das Trevas, de Joseph Conrad; Hamlet, de William Shakespeare; Os Miseráveis, de Victor Hugo; Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, entre outros. São boas literaturas? Claro que sim. Não excluo o mérito de nenhum deles. Mas, cadê o livro dos livros, a Bíblia?

É bem provável que a amnésia tenha conquistado algum espaço precioso na mente de cada um dos idealizadores da tal lista, pois esqueceram completamente do livro mais importante de orientação ao ser humano, inclusive no que tange à morte, um de seus principais temas.

Muitos lêem livros, esmerando-se na busca de solução para seus traumas ou procurando uma direção para mudar de rumo ante os problemas que desafiam a sociedade, agora, em pleno século 21 (ou tão-somente como hobby). A resposta para tudo isto está na Palavra de Deus, que não figura na lista dos 18. A Bíblia é a bússola para os perdidos; luz para quem anda nas trevas; esperança para os "caídos"; conforto para quem vive triste. Ela corrige quem anda errado; educa, ensina a quem quer aprender a viver corretamente; ela é fonte de água viva e o caminho para a vida eterna.

Se as coisas não estão bem e você precisa tomar uma decisão antes de morrer, coloque a Bíblia como prioridade em suas leituras diárias.

Lembre-se sempre: A Bíblia é o livro da vida para a vida eterna!

sábado, 10 de maio de 2014

A Bíblia e Prática do Sexo - I

Pr. Gomes Silva

Na primeira carta escrita aos Coríntios, capitulo 6, versículo 18, o apostolo Paulo faz uma exortação quanto à pratica do sexo: "Fugi da imoralidade. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo; mas quem pratica a imoralidade peca contra seu próprio corpo". Ele não estava proibindo sexo. Porém, chamando a atenção para uma realidade naquela época e que serve para a igreja contemporânea. O Comentário da Bíblia de Estudos MacArthur diz que: "há um sentido no qual o pecado sexual destrói uma pessoa como nenhum outro, porque se trata de algo tão íntimo e tão entrelaçado que corrompe o nível mais profundo do ser humano. Todavia, Paulo estava provavelmente aludindo a doenças venéreas, predominantes e devastadoras em seus dias".

Nenhum pecado tem tamanho poder para destruir o corpo, algo que o cristão tem que evitar por causa da realidade presente nos versículos 19 e 20 do mesmo capítulo: "Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual tende da parte de Deus, e que não sois de vos mesmos? Pois fostes comprados por preço; por isso, glorificai a Deus no vosso corpo".  Como sabemos pela palavra de Deus, o corpo do cristão pertence ao Senhor, pois no versículo 13, diz que "(...) o corpo não é para a imoralidade, e sim para o Senhor, e o Senhor para o corpo".

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Só a Semana Santa para lembrar Jesus?

Pr. Gomes Silva

Estamos em plena efervescência da chamada “Semana Santa”, criada em 325 d.C, quando da realização do Concílio de Nicéia presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I. Nela, celebra-se a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição. Só. Para uns, o tempo segue como antes, esperando o próximo ano para lembrar-se do Salvador com relevo; para os demais, esse é tão-somente um momento efêmero, já que Jesus, O Cristo, é para sempre e sempre lembrado, independentemente de períodos festivos.

Na realidade, celebrar a paixão, morte e ressurreição de Cristo é um ato justo. Afinal, é um momento significante para o cristianismo. Contudo, a maioria das pessoas deveria aproveitar esse período para conhecer mais sobre a pessoa, atributos e o ministério do Salvador do pecador arrependido (Atos 3:19).

O leitor incrédulo (ou talvez melhor fosse dito “aquele que ainda não conhece muito do Salvador”) precisa entendê-lo melhor (...)


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sábado, 15 de março de 2014

Jesus Cristo e o assédio moral

Bíblia diz que Deus (Espírito) se fez carne e habitou entre nós (João 1:14). Jesus Cristo, que é essa encarnação verbal (João 1:1), veio ao mundo com a mais importante missão de que possa ter conhecimento do Filho do Altíssimo: Salvar os pecadores arrependidos (Atos 3:19). Contudo, embora seja invocado como Senhor, Redentor e Salvador, Ele foi vítima de assedio moral igualmente ao que acontece a muitas pessoas, que são submetidas a constrangimentos em seu local de trabalho, em ambientes sociais ou habitar.

Antes, porém, temos o dever de explicitar um pouco (porque o assunto é muito vasto, principalmente quando se trata da aplicabilidade de sentenças, uma vez que no âmbito federal, o Brasil ainda não possui regulamentação jurídica específica com a assinatura do Congresso Nacional, mas podendo ser o assédio moral julgado por condutas previstas no artigo 483 da CLT.) o que é assédio moral, como se dá a sua concretização e os prejuízos psicológicos causados à pessoa afetada.  Muitos cometem esse pecado e não se dão conta de que estão extrapolando princípios éticos da boa conduta, da respeitabilidade e do domínio próprio (Gálatas 5:23).


Independentemente do sexo, assédio moral é um sentimento de ser ofendido, menosprezado, rebaixado, inferiorizado, culpabilizado, desacreditado diante dos pares, submetido a constrangimento e ultrajado por outra pessoa. É sentir-se um nada na vida, desvalorizado, inútil naquilo que faz.
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Minha gente, ministério pastoral é coisa séria!!!

Pr. Gomes Silva

Presidente da CEPEA-PB
Não tenho nenhuma autoridade para dizer se alguém tem ou não o chamado de Deus para exercer o ministério pastoral. Porém, fico triste com os relatos que escuto diariamente de pessoas que foram alçadas a essa condição sem o mínimo de conhecimento da causa. Pior ainda: Os que decidem consagrá-los o fazem sem base bíblica e sem qualquer temor ao Altíssimo, uma vez que não observam as orientações bíblicas do apóstolo Paulo em suas epístolas.

Encontrei-me com uma jovem senhora, que já foi membro de uma igreja durante o período que a pastorei em Campina Grande. Para minha surpresa, ela me disse sem nenhum regozijo:

- Meu marido (...) agora é pastor.

Em seguida me perguntou: “E pode consagrar qualquer pessoa ao ministério pastoral?”. Não, esta foi a minha resposta. Ela citou o nome do “ministério” e como foi formado. Segundo aquela jovem, um irmão saiu da igreja da qual ela faz parte atualmente e abriu outra, com nome diferente e sem formação pastoral, e está consagrando quem aparecer e der “um glória” a Deus ou falar em “línguas estranhas”. Inclusive, ela assegurou que seu marido não tem a mínima condição de estar à frente de uma igreja por conta deu seu baixo conhecimento bíblico e postura cristã não recomendável. Tanto é assim que ele “pastoreia” uma igreja e ela permanece na comunidade cristã da qual é membro há mais de seis anos.

Não tenho nem como imaginar o que se passa na cabeça de uma pessoa que se intitula liderança e sai por aí impondo as mãos sobre outras e consagrando-as ao santo ministério pastoral. Meu Deus será que tais “lideranças” sabem, pelo menos, o que é e quais as implicações para quem consagra e para quem é consagrado pastor? Será que nunca leram as cartas de Paulo a Timóteo e Tito nem a Primeira Carta de Pedro, capítulo 5?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PAUL WASHER É DEUS...?

Não. E nunca será. Paul Washer é um homem simples e biblicamente exigente como qualquer outro sério expositor do Evangelho de Cristo. Seu testemunho de vida e o que prega ratificam justamente ele para fazer valer o que dizem as Escrituras.
Às vezes a inveja leva alguém a ter essa compreensão, visto que, para onde ele vai leva multidão a ouvi-lo. Mas o que acontece com ele é fácil de explicar. Hoje em dia existe uma lavra de “pregadores”, que se dizem usados por Deus. No entanto, seu testemunho, sua linha de pensamento, seu liberalismo e sua ganância financeira assoalham que os tais nunca nasceram de novo e se distanciam dos que preferem ouvir o evangelho pleno.
Paul Washer tem sido um diferencial entre os pregadores da atualidade. Suas mensagens são fortes e enfáticas na centralidade do evangelho da salvação. Suas declarações são um tormento para os adeptos da teologia da prosperidade e para os que defendem o liberalismo bíblico. Em uma de suas mensagens, transformada em livro, “O Verdadeiro Evangelho”, ele afirma que Deus abomina o pecado e o pecador, baseando-se no texto de salmo 7:12, que diz: “Se o homem não se converter, Deus afiará a sua espada...”

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sábado, 17 de agosto de 2013

Duas pessoas do mesmo sexo formam um par, não um casal

Pr. Gomes Silva

Assisti ao programa Globo Repórter, da TV Globo desta sexta-feira. O tema foi bem sugestivo: Família. Mas não sabemos qual foi o objetivo da emissora: Se promover a homossexualidade ou passar uma visão de “boazinha” com o falso incentivo à célula “mater” da sociedade, uma criação, sim, do Deus que fez o céu e a terra e tudo que neles.

A frase que mais ganhou destaque foi “família”. Agora, o interessante. As famílias, que de fato são famílias, sempre entrevistaram alguém valorizando a reprodução, como manda a palavra de Deus. Já, no outro extremo, destacaram “casais” do mesmo sexo, em sua maioria, pelo fato de ter adotado uma criança. Inclusive, mostraram casamentos gays, como forma de promover essa falta de vergonha.

Mas, a produção do programa esqueceu (pelo menos é o que penso) de que duas pessoas do mesmo sexo não forma um casal. Formam um par. É basicamente a mesma coisa de um par de sandálias, um par de sapatos etc. Por que? Porque não vão poder fazer filhos. Por mais que insistam em defender a união de ser do mesmo sexo jamais conscientizarão a população brasileira que ela é legal. Nem mesmo juízes, desembargadores, ministros das instâncias federais concordam com essa falta de vergonha. Podem até aprovar, mas sabem que estão indo de encontro à palavra de Deus, que condena terminantemente essa prática pecaminosa.

Esse é o Brasil do PT e da Rede Globo, que faz um programa atrapalhado para dá uma de boazinha com a família, a mesma que ela desconstrói com suas novelas maléficas aos princípios cristãos.

sábado, 23 de março de 2013

Câmara dos Deputados: Uma casa sem ordem?

Gomes Silva – Jornalista

O Brasil é uma nação democrática a partir da Constituição Federativa, aprovada em 1988. Lembro-me que o povo lutou pelas Diretas Já, um movimento de reivindicações que pedia a volta das eleições diretas para Presidente da República. Não tenho dúvidas que aquele foi o maior movimento popular de nossa história política. Porque, quem não se lembra também das concentrações em praças e ruas, com as pessoas entusiasmadas participando de comícios e passeatas, na maioria das vezes, cantando o Hino Nacional? Infelizmente, a proposta de Emenda Constitucional Dante de Oliveira, nesse sentido, foi rejeitada pelo Congresso em 1984 para frustração dos que lutavam bravamente para alcançar esse objetivo. Todavia, os adeptos do movimento conquistaram uma vitória expressiva em janeiro do ano seguinte quando um de seus líderes, Tancredo Neves, foi eleito Presidente do País pelo Colégio Eleitoral. Naquele ano caia a Ditadura Militar no Brasil, que começara na década de 60 (do século passado). Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil, que veio apagar os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.

Só que a tão propalada democracia ganhou fôlego, curvou-se para alcançar novos ares, mas não conseguiu alcançar os píncaros da vontade nacional. E hoje, para uns, ela se tornou um trauma. A questão é simples: No papel a Constituição é excelente. Contudo, a prática do que nela está contida é outra coisa. Não se vive a lei corretamente. Pois, se assim fosse, não a Carta Magna não estaria sendo vítima de tantas emendas constitucionais, penso eu, para favorecer alguns e não a todos.

Muitas coisas estão acontecendo no Brasil, porém, ferindo a Constituição Federal. Recentemente, na Câmara dos Deputados, o deputado federal Marcos Feliciano (que é de um partido cristão – PSC/SP) foi eleito democraticamente presidente da Comissão de Direitos Humanos daquele parlamento, um direito constituicional. Desde então, começou um movimento para tirá-lo do cargo. Essa agitação veio das bagunças promovidas pelas Paradas Gays (diferentemente do movimento das Diretas Já) e invadiu o Congresso Nacional com o aval de grande parte dos “senhores” parlamentares, que baixaram a cabeça, botou-a dentre as pernas, deixando seus lombos para serem pisados pelos homossexuais, que estão desmoralizando o País, começando pelos três poderes. Pelo menos no nome e na significação. Porque perderam a moral em suas decisões nefastas e opressoras à consciência dos cidadãos desta nação em detrimento de interesses de um grupo que, apesar de ser formado por cidadãos e cidadãs, infelizmente tem proporcionado mais escândalos e vergonha a este povo do que algo que mereça o respeito de todos nós.

É uma vergonha o que os homossexuais estão fazendo no Brasil, e o que é pior: Nas barbas dos “profetas” do engano, que estão metidos no Congresso Nacional, vestidos de roupas finas, paletós caríssimos e sapatos brilhosos (na condição de representantes do povo), porém sujas pelas manchas da conivência e pelo apoio às mentes insanas dos intolerantes.  

Para não correr o risco de um processo – porque tudo que se fala neste País sobre essa classe é tido como homofóbico e sujeito a processo, embora não tenho medo, pois estou amparado, isto sim, pela lei e não estou mentindo nem denegrindo a imagem de seu ninguém -, vou citar alguns pontos do artigo 5º, da Constituição da República Federativa do Brasil, que inicia afirmando: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes com os quais analisamos o caso Marcos Feliciano”:

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. (Os gays e alguns deputados estão forçando Feliciano a deixar o cargo para o qual foi eleito democraticamente. Eles estão corretos? Não. Eles cometem, assim, um ato de intolerância);

III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante (A falta de ordem na Câmara Federal está proporcionando que um time de baderneiros adentre ao local de reunião da Comissão de Direitos Humanos simplesmente para bagunçar. Com isso, eles estão torturando o deputado, tratando-o desumanamente e humilhantemente);

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato (até hoje, o deputado Marcos Feliciano tem sido “apedrejado” com palavras de baixo calão pelo movimento gay simplesmente por suas convicções religiosas. Os baderneiros não têm deixado o deputado, sequer, dirigir as reuniões da comissão para a qual foi escolhido pelos próprios deputados. Eles entram – já é sinal de bagunça -, sentam na plenária, gritam, ofendem, falam mal e ninguém aparece para tomar uma providência);

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei (porque ele, na condição de pastor, tem se colocado contra o casamento gay, a liberação do aborto, princípios bíblicos, que até épocas recentes eram respeitados por aquela casa de representação da nação, que professa o nome do Deus da Bíblia, para quem a prática homossexual é abominação – Levítico 20:13 diz: “Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre ele”.. Em sua primeira carta aos Coríntios, capitulo 6, versos 9 e 10, ele escreve: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros(fornicadores), nem idólatras, nem adúlteros(relação sexual fora do casamento), nem efeminados, nem sodomitas (dois termos que estão relacionados a pessoas que trocam e corrompem os papéis e as relações normais entre homem e mulher), nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Como se vê pela Palavra de Deus – e não na dos gays -, se um homem fizer sexo com outro homem, ambos morrerão e, se não houver arrependimento, conforme Atos 4:12, infelizmente vai morar para sempre em tormentos).

O que dói na nossa visão consciente é que tudo se passa sem que os deputados, senadores (que integram o Congresso Nacional) e (e até os ministros do Supremo Tribunal Federal) nada fazem para coibir a fúria massiva dos homossexuais a todo e qualquer cidadão que a eles se opõe. Quando o cidadão fala verdades sobre a prática homossexual, salvaguardando os princípios morais dentro dos quais aprendeu a viver como cidadão, logo é tachado de homofóbico. Mas, os gays bagunçam, faltam com respeito ao senhor de bem, gritam, falam mal, ficam nus nas ruas, dão maus exemplos nas praças, invadem as salas do Congresso Nacional, dizem o que querem e ninguém neste País toma uma providência???!!!
Sinceramente, o legislativo nacional está sem ordem. Qualquer um pode entrar e fazer o que quiser. Principalmente se tiver um arco-íris estampado em suas vestes.