segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Em 2007, no Brasil: para cada quatro casamentos, uma separação

As Estatísticas do Registro Civil, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 4/12, confirmam tendência de crescimento do número de divórcios no país. "Há exatamente 30 anos depois de instituído, o divórcio atingiu sua maior taxa na série de estudos do IBGE desde 1984", diz o relatório do instituto.

Segundo os pesquisadores, "em 2007, embora tenham sido realizados 916.006 casamentos no Brasil, 2,9% a mais do que em 2006 (889.828), o número de dissoluções (soma dos divórcios diretos sem recurso e separações) chegou a 231.329, ou seja, para cada quatro casamentos foi registrada uma dissolução. A taxa de divórcios teve crescimento superior a 200%, passando de 0,46‰, em 1984, para 1,49‰, em 2007. Em números absolutos os divórcios concedidos passaram de 30.847, em 1984, para 179.342 em 2007. Em 2006, o número de divórcios concedidos chegou a 160.848".

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está lançando uma ferramenta atualizada, em DVD, que permite localizar a incidência e profundidade da pobreza por município. Através desses novos dados, é possível mensurar, por exemplo, que 77% dos municípios nordestinos têm mais da metade de sua população vivendo na pobreza e que 32,6% dos municípios brasileiros estão com mais da metade de sua população vivendo na pobreza.

Em relação à desigualdade (medida pelo índice de Gini) foram selecionados os municípios mais desiguais (40,7% dos municípios), que apresentavam estimativas acima de 40% para esse indicador. As regiões com menores proporções de municípios com mais de 50% de pobres foram as que apresentaram os maiores índices de desigualdade (gráfico 1). O Nordeste tinha 77,1% de municípios com mais da metade da sua população vivendo na pobreza, porém a desigualdade era menos intensa.

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