PARANÁ

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Minha gente, ministério pastoral é coisa séria!!!

Pr. Gomes Silva

Presidente da CEPEA-PB
Não tenho nenhuma autoridade para dizer se alguém tem ou não o chamado de Deus para exercer o ministério pastoral. Porém, fico triste com os relatos que escuto diariamente de pessoas que foram alçadas a essa condição sem o mínimo de conhecimento da causa. Pior ainda: Os que decidem consagrá-los o fazem sem base bíblica e sem qualquer temor ao Altíssimo, uma vez que não observam as orientações bíblicas do apóstolo Paulo em suas epístolas.

Encontrei-me com uma jovem senhora, que já foi membro de uma igreja durante o período que a pastorei em Campina Grande. Para minha surpresa, ela me disse sem nenhum regozijo:

- Meu marido (...) agora é pastor.

Em seguida me perguntou: “E pode consagrar qualquer pessoa ao ministério pastoral?”. Não, esta foi a minha resposta. Ela citou o nome do “ministério” e como foi formado. Segundo aquela jovem, um irmão saiu da igreja da qual ela faz parte atualmente e abriu outra, com nome diferente e sem formação pastoral, e está consagrando quem aparecer e der “um glória” a Deus ou falar em “línguas estranhas”. Inclusive, ela assegurou que seu marido não tem a mínima condição de estar à frente de uma igreja por conta deu seu baixo conhecimento bíblico e postura cristã não recomendável. Tanto é assim que ele “pastoreia” uma igreja e ela permanece na comunidade cristã da qual é membro há mais de seis anos.

Não tenho nem como imaginar o que se passa na cabeça de uma pessoa que se intitula liderança e sai por aí impondo as mãos sobre outras e consagrando-as ao santo ministério pastoral. Meu Deus será que tais “lideranças” sabem, pelo menos, o que é e quais as implicações para quem consagra e para quem é consagrado pastor? Será que nunca leram as cartas de Paulo a Timóteo e Tito nem a Primeira Carta de Pedro, capítulo 5?

Divórcio e a Bíblia

Definição: “Divórcio é um substantivo masculino e cuja origem é latina (divortiu), significando dissolução absoluta do vínculo conjugal, ou o destrato da sociedade entre cônjuge, ocasionando desunião, separação, desacordo e desavença”.

Eis um assunto que rende muitos comentários e às vezes até arredios da verdade. Para melhor aclarar as mentes libertinas e insubmissas aos escritos sagrados, precisamos recorrer à Palavra de Deus (autoridade máxima no assunto), aos pais da igreja, à ortodoxia oriental e até à psicologia.

Agostinho, um dos pais da igreja, e a quem muitos devem o desenvolvimento do conceito de casamento como sacramento, acreditava que ele era indissolúvel no sentido de uma obrigação moral de permanência: “O casamento não deve ser dissolvido”. Já a tradição da Igreja Ortodoxa Oriental de hoje introduziu o conceito de divórcio como sendo a “morte moral” de um casamento.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PAUL WASHER É DEUS...?

Não. E nunca será. Paul Washer é um homem simples e biblicamente exigente como qualquer outro sério expositor do Evangelho de Cristo. Seu testemunho de vida e o que prega ratificam justamente ele para fazer valer o que dizem as Escrituras.
Às vezes a inveja leva alguém a ter essa compreensão, visto que, para onde ele vai leva multidão a ouvi-lo. Mas o que acontece com ele é fácil de explicar. Hoje em dia existe uma lavra de “pregadores”, que se dizem usados por Deus. No entanto, seu testemunho, sua linha de pensamento, seu liberalismo e sua ganância financeira assoalham que os tais nunca nasceram de novo e se distanciam dos que preferem ouvir o evangelho pleno.
Paul Washer tem sido um diferencial entre os pregadores da atualidade. Suas mensagens são fortes e enfáticas na centralidade do evangelho da salvação. Suas declarações são um tormento para os adeptos da teologia da prosperidade e para os que defendem o liberalismo bíblico. Em uma de suas mensagens, transformada em livro, “O Verdadeiro Evangelho”, ele afirma que Deus abomina o pecado e o pecador, baseando-se no texto de salmo 7:12, que diz: “Se o homem não se converter, Deus afiará a sua espada...”

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domingo, 12 de janeiro de 2014

A BÍBLIA É A LUZ DE DEUS QUE A SOCIEDADE ESTÁ PRECISANDO

Salmo 119:105
 Mensagem pregada no Dia da Bíblia 2012
INTRODUÇÃO
A superioridade da Escritura e a prioridade da pregação são indispensáveis ao crescimento saudável da igreja. A Escritura é o conteúdo da pregação, e a pregação é o instrumento para proclamar a Escritura. O pastor Hernandes Dias Lopes destaca a frase de James Packer que diz que, o modelo mais satisfatório para descrever a doutrina da Escritura é: A Bíblia é Deus pregando.

Já Bryan Chapel afirma que: A Palavra de Deus é poderosa porque ele escolheu estar presente nela e operar por meio dela”.

CARACTERÍSTICAS QUE A BÍBLIA APRESENTA SOBRE ELA MESMA

 I. A BÍBLIA É INSPIRADA POR DEUS – 2 Tm 3:16-17
Na concepção do pastor Hernandes Dias Lopes, A Bíblia Sagrada é a biblioteca do Espírito Santo. Como sabemos, ela tem 66 livros, todos eles inspirados pelo Espírito Santo (2 Pedro 1:21).
A Bíblia é uma carta pessoal de Deus ao seu povo; é a regra suprema de doutrina e de vida, de fé e prática. É a voz de Deus em linguagem humana e só ela tem autoridade final de crença religiosa.
John Owen, um dos maiores teólogos da Inglaterra no século XVII, segundo Hernandes Dias Lopes, disse certa vez:
Toda autoridade da Escritura depende apenas da origem divina. A Escritura recebe toda autoridade do seu autor”, que é Deus.
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

NÃO PODEMOS TEMER O DESERTO ESTANDO COM DEUS

Êxodo 14:11-15
Pr. Gomes Silva - PB

I. INTRODUÇÃO
A biografia do êxodo jamais será extinta da história da humanidade. Foi um evento para ratificar o poder de Deus para mudar o coração do Faraó, para fazer o povo passar pelo Mar Vermelho em terra seca e dá àquele povo uma terra que mana leite e mel, conhecida hoje por Israel.

Essa história continua viva até mesmo na mente de quem nunca foi à Terra Santa, pois leem a Bíblia como se lá já estivera. Além disso, serve, hoje, de conforto quando o assunto é deserto. Não o deserto literal, mas o espiritual, emocional, sentimental ou profissional na vida de muita gente.

II. O DESERTO TEM SUAS DIFICULDADES
Durante os 40 anos de caminhada pelo deserto, os israelitas encontraram muitas dificuldades para chegar à terra prometida pelo Senhor. (veja abaixo seis delas, extraídas de estudo publicado no site http://vidapastoral.com.br:
·       Água amarga (15:22-27): falta de água para beber.
·       O maná e as codornizes (16:1-36): necessidade de comida.
·       A água da rocha (17:1-7): novamente, a dificuldade da falta de água.
·       Guerra contra Amalec (17:8-16): conflitos com outros povos.
·       Encontro de Jetro com Moisés (18:1-12): o sogro de Moisés, sua esposa e seus dois filhos vão ao encontro de Moisés no deserto.
·       Descentralização do poder (18:13-27): nova organização do povo.