quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Justiça manda tirar outdoor com críticas aos gays
A Justiça de Ribeirão Pero, no estado paulista, determinou que se retirasse imediatamente um outdoor colocado na cidade com mensagens evangélicas questionando o comportamento homossexual. No outdoor, continha as seguintes citações da Bíblia: “se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável”, do Levítico.
Em seguida, uma parte da Carta de São Paulo aos Romanos: “até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros”. O outdoor gerou diversas críticas do movimento gay em São Paulo e a liminar pedida em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública de Ribeirão foi deferida pela Justiça.
De acordo com Victor Hugo Albernaz, defensor público, caso a mensagem não seja retirada, deve ocorrer o pagamento de uma multa no valor de R$ 10 mil pela Casa de Oração, igreja evangélica autora das mensagens, e à Nobili Painéis, proprietária do outdoor.
Fonte: http://www.bahianoticias.com.br
Em seguida, uma parte da Carta de São Paulo aos Romanos: “até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros”. O outdoor gerou diversas críticas do movimento gay em São Paulo e a liminar pedida em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública de Ribeirão foi deferida pela Justiça.
De acordo com Victor Hugo Albernaz, defensor público, caso a mensagem não seja retirada, deve ocorrer o pagamento de uma multa no valor de R$ 10 mil pela Casa de Oração, igreja evangélica autora das mensagens, e à Nobili Painéis, proprietária do outdoor.
Fonte: http://www.bahianoticias.com.br
Pesquisas indicam o aumento da migração religiosa
Pesquisas indicam o aumento da migração religiosa entre os brasileiros, o surgimento dos evangélicos não praticantes e o crescimento dos adeptos ao islã
Acaba de nascer no País uma nova categoria religiosa, a dos evangélicos não praticantes. São os fiéis que creem, mas não pertencem a nenhuma denominação. O surgimento dela já era aguardado, uma vez que os católicos, ainda maioria, perdem espaço a cada ano para o conglomerado formado por protestantes históricos, pentecostais e neopentecostais. Sendo assim, é cada vez maior o número de brasileiros que nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé. Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram, na semana passada, que evangélicos de origem que não mantêm vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de insignificantes 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são quatro milhões de brasileiros a mais nessa condição. Essa é uma das constatações que estatísticos e pesquisadores estão produzindo recentemente, às quais ISTOÉ teve acesso, formando um novo panorama religioso no País.
Isso só é possível porque o universo espiritual está tomado por gente que constrói a sua fé sem seguir a cartilha de uma denominação. Se outrora o padre ou o pastor produziam sentido à vida das pessoas de muitas comunidades, atualmente celebridades, empresários e esportistas, só para citar três exemplos, dividem esse espaço com essas lideranças. Assim, muitas vezes, os fiéis interpretam a sua trajetória e o mundo que os cerca de uma maneira pessoal, sem se valer da orientação religiosa. Esse fenômeno, conhecido como secularização, revelou o enfraquecimento da transmissão das tradições, implicou a proliferação de igrejas e fez nascer a migração religiosa, uma prática presente até mesmo entre os que se dizem sem religião (ateus, agnósticos e os que creem em algo, mas não participam de nenhum grupo religioso). É muito provável, portanto, que os evangélicos pesquisados pelo IBGE que se disseram desvinculados da sua instituição estejam, como muitos brasileiros, experimentando outras crenças.
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Acaba de nascer no País uma nova categoria religiosa, a dos evangélicos não praticantes. São os fiéis que creem, mas não pertencem a nenhuma denominação. O surgimento dela já era aguardado, uma vez que os católicos, ainda maioria, perdem espaço a cada ano para o conglomerado formado por protestantes históricos, pentecostais e neopentecostais. Sendo assim, é cada vez maior o número de brasileiros que nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé. Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram, na semana passada, que evangélicos de origem que não mantêm vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de insignificantes 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são quatro milhões de brasileiros a mais nessa condição. Essa é uma das constatações que estatísticos e pesquisadores estão produzindo recentemente, às quais ISTOÉ teve acesso, formando um novo panorama religioso no País.
Isso só é possível porque o universo espiritual está tomado por gente que constrói a sua fé sem seguir a cartilha de uma denominação. Se outrora o padre ou o pastor produziam sentido à vida das pessoas de muitas comunidades, atualmente celebridades, empresários e esportistas, só para citar três exemplos, dividem esse espaço com essas lideranças. Assim, muitas vezes, os fiéis interpretam a sua trajetória e o mundo que os cerca de uma maneira pessoal, sem se valer da orientação religiosa. Esse fenômeno, conhecido como secularização, revelou o enfraquecimento da transmissão das tradições, implicou a proliferação de igrejas e fez nascer a migração religiosa, uma prática presente até mesmo entre os que se dizem sem religião (ateus, agnósticos e os que creem em algo, mas não participam de nenhum grupo religioso). É muito provável, portanto, que os evangélicos pesquisados pelo IBGE que se disseram desvinculados da sua instituição estejam, como muitos brasileiros, experimentando outras crenças.
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domingo, 21 de agosto de 2011
Deitando e rolando nos presídios
Fabrica de cachaça (?)
OS presos continuam cada vez mais ousados, mesmo estando sob vigilância 24 horas. Em Patos, no Presídio Romero Nóbrega, segundo as informações da Imprensa local, são poucos os detentos que querem deixar a convivência diária do “hotel panorâmico do Governo do Estado”. Mas eles têm toda a razão, uma vez que já conseguiram montar até uma fábrica de cachaça. A liberdade ali é quase total, haja vista a facilidade que existe para a entrada de maconha, crack, celular, cocaína e até balança de precisão para tornar a venda de drogas mais fácil, rápida e rentável.
Tem do bom e do melhor
Outra razão para a maioria dos detentos torcer por mais tempo lá dentro é a mordomia que eles têm nos presídios, diferentemente do que acontece aqui fora. Para se ter uma idéia, os presos têm alimentação da melhor qualidade possível (se acharem que está ruim fazem greve, motins, seqüestra gente e queima até os colchões ondem dormem), sol, água fresca, mulher, dinheiro, drogas, celular para comandar suas quadrilhas. E tem mais: há informações segundo as quais as famílias dos presos estão recebendo uma espécie de abono em torno enquanto o chefe da casa estiver cumprindo pena.
E não é só na Paraíba, não! Esse fato acontece praticamente em todas as cidades brasileiras.
Mas tem um detalhe importante a ser observado. Apesar de tudo isso que eles têm e conseguem mesmo estando num presídio, não tem mordomia, dinheiro e posição social que pague a liberdade. E essa liberdade foi oferecida por Jesus Cristo a todos os homens quando se sujeitou à cruz para morrer em lugar deles.
RAPIDINHAS...
EXISTEM muitas pessoas afirmando ser crente, mas na prática está sendo inimigas de Deus. São aquelas que à noite estão na igreja cantando e se alegrando e no dia seguinte estão envolvidas do pé à cabeça com as “delícias” do mundo. A Bíblia, em 1 João 2:16-17, diz: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”. Reflita: você se considera amigo(a) ou inimigo de Jesus?
É LOUVÁVEL sob todos os aspectos o espaço, que as emissoras de radia estão dando às igrejas evangélicas para divulgar a Palavra de Deus, principalmente as chamadas Rádios Comunitárias. O que a gente lamenta é a péssima qualidade dos programas apresentados. É de fazer vergonha. Eles parecem mais com um programa de mensagens musicais do que com um programa para alcançar vidas com a mensagem da cruz.
Eu vou voltar a este assunto em uma outra oportunidade.
João Paulo II, santo?
Jeremias do Couto
O Vaticano promoveu a cerimônia de beatificação de João Paulo II, no dia 1° de maio último, diante de mais de um milhão de pessoas na Praça de São Pedro. Este se constitui o primeiro passo para torná-lo santo. Agora, o alto clero romano depende da descoberta de um "segundo milagre" para que a segunda e última etapa se conclua.
O Vaticano promoveu a cerimônia de beatificação de João Paulo II, no dia 1° de maio último, diante de mais de um milhão de pessoas na Praça de São Pedro. Este se constitui o primeiro passo para torná-lo santo. Agora, o alto clero romano depende da descoberta de um "segundo milagre" para que a segunda e última etapa se conclua.Após escrever algumas frases sobre isto no twitter, lembrei-me de imediato que uma de minhas primeiras postagens no blog, nos idos de 2007, tratou de um artigo escrito pelo senador José Sarney, pedindo que o processo fosse acelerado. Resolvi republicá-la pela sua atualidade. Ei-la abaixo:
Li a coluna de José Sarney, publicada em alguns dos principais jornais do país. Ele atirou no que viu e acertou no que não viu. O senador defendeu a imediata canonização de João Paulo II.
Disse que o processo conduzido pelo Vaticano para tornar alguém santo é uma burocracia herdada da Igreja medieval, desnecessária nos dias de hoje, e deixou a entender que milagres não caracterizam santidade alguma, mas a vida piedosa dedicada a Deus e ao próximo. O que teria sido a marca da vida do papa anterior. Assim, Bento XVI teria todos os motivos para canonizá-lo de imediato.
Em certo sentido, está certo José Sarney. Muitos, naquele dia, dirão que realizaram muitos milagres, mas não herdarão o Reino dos céus, porque não tinham vidas consagradas. Eram lobos vestidos com pele de cordeiro. O ex-presidente só se esqueceu de acrescentar algumas outras coisas:
1) tornar alguém santo não é prerrogativa de nenhum papa, não é título honorífico e nem algo que se concede como mérito ao esforço humano;
2) nenhum santo, seja ele quem for, canonizado ou não, de Pedro a João Paulo II, tem capacidade mediadora ou de intercessão em favor dos vivos. Só Jesus, o único mediador entre Deus e homens;
3) Por último, tornar-se santo é um passo simples e fácil: basta crer em Jesus como todo suficiente Salvador. Não depende, de fato, de qualquer processo ou reconhecimento de nenhuma instância religiosa. É um ato da graça de Deus, em Cristo, que reconhece a todos quantos creem em seu bendito Filho e o confessam diante dos homens como verdadeiros e amados santos. Não é, também, sinônimo de perfeição, mas apenas a forma pela qual Deus nos vê em Cristo Jesus.
Se cremos no Senhor e ele nos recebe, somos santos.
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