PARANÁ

sábado, 20 de fevereiro de 2016

AG GANHA UMA NOVA FAMÍLIA

Nesta terça-feira, dia 16 (02/2016), a cidade de Alagoa Grande ganhou mais uma família, formada pelos jovens Manuel Messias Gomes da Silva e Sthefany Lizete de Souza Gomes, membros da Igreja Assembleia de Deus.

Sthefany é filha do casal Jailton Oliveira Santos e Maria de Fátima de Souza. Já Messias é filho da irmã Lindalva Gomes de Macedo e de Manuel Raimundo Gomes da Silva.

Após a cerimônia, realizada no Fórum de Alagoa Grande, o casal recepcionou os “convivas” com um requintado almoço no prédio anexo à Igreja Assembleia de Deus.

Agradeço o convite recebido!



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

REALIDADE MAQUIADA

Pr. Gomes Silva

Vez por outra tenho visto (e ouvido) algumas perguntas marcarem o início do diálogo entre duas pessoas, as quais são respondidas, em sua maioria, fora da realidade.

- Oi, como vai você? A resposta sempre é a mesma de milhões de pessoas que são indagadas diariamente: “Vou bem”.

- Como estão as coisas? Resposta: “Tá tudo muito bem, tudo muito bom; Se melhorar estraga”.

Na verdade, isso é possível. Contudo, muitos escondem uma realidade. Nem todos falam a verdade. No cuidado para não expressar a verdade, acaba-se cometendo o pecado da “mentira” (Apocalipse 21:8).

Ao entrar em carro alternativo em Alagoa Grande em viagem a Campina Grande, o motorista me perguntou: “Pastor, tudo bem?” ao que lhe respondi: “Não”. Minha resposta causou um silêncio! Por que o silêncio? Porque todos estão acostumados com a velha resposta: “Tudo bem!”.

Após o “não”, para surpresa de todos ali, acrescentei: “Nem tudo está bem. Porém, o importante é que Deus está no controle de cada situação”.

Que direção seguir com esse exemplo acima? Fácil de entender. Tenho visto com tristeza pessoas, que frequentam igrejas evangélicas, expressarem uma felicidade, uma vida pomposa que na realidade é falsa. Até porque é inadmissível alguém que “serve” e cultua o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador viver feliz fora do padrão bíblico, uma vez que a própria palavra de Deus afirma que tal alegria é efêmera... Passageira. Você pode discordar dessas linhas escritas, afirmando, como justificativa, “que cada um é feliz como pode”.
Vamos aos fatos:
  1.     Uma pessoa que entregou sua vida a Jesus, recebendo-o como seu Salvador e troca-o por festas mundanas vive plenamente feliz?
  2.     Alguém que troca um culto de adoração a Deus por divertimento pode viver feliz?
  3.     Uma pessoa que descumpre o mandamento de Deus de aprender a palavra de Deus (Provérbio 28:9), em função da agenda com amigos(as) constantemente, pode viver feliz?
  4.     Quando uma pessoa vive dividida entre a igreja e o mundo, entre Deus e o diabo, entre a alegria do Espírito Santo e a alegria dos prazeres da carne pode ser feliz?
  5.    E o que dizer de alguém que deixa o cálice do Senhor (comunhão) pelo cálice do mundo?
Essa mesma pessoa está dizendo que “está tudo bem com ela” (?). Só que essa realidade não é contemplada pelo marido, pela amiga, pelo amigo, pelo pastor... Ela é vista pelo Senhor dos senhores. Deus conhece o estado espiritual de cada ser humano.

Deus sabe quando alguém está escondendo a própria realidade. E você, que se afastou do Senhor; que trocou o convívio com Jesus; que se mudou da casa de Deus para a casa do pecado; que expressas uma alegria escondendo-se do real estado do seu coração... vai continuar nessa vida?

Lembre-se: A eternidade, que está te aguardando, tem apenas dois lugares – céu ou inferno. Pra onde você quer ir? 

Foto ilustrava: google imagem

domingo, 27 de dezembro de 2015

JESUS, O ÚNICO CAMINHO!

Este é um período cujo foco principal é o “Menino Jesus”. Sai ano e entra ano e Ele continua sendo a “criança” mais destacada do Mundo, especialmente aqui no Brasil, mais por razões bem diferentes. Nascido de uma virgem, conforme profetizou Isaías (7:14) cerca de 700 anos a.C, Jesus veio com uma missão: Salvar o povo de seus pecados (Mateus 1:21b). Como O Verbo encarnado, Cristo veio como Luz para os homens (João 1:5), porém os seus não o receberam dignamente (João 1:11); calou-se diante da humilhação de seus algozes para cumprir a missão recebida do Pai e confirmada pelo Espírito Santo (Isaías 61:1).

A vida de Jesus Cristo continuará sendo contada e decantada por décadas. Ou melhor, até que tenhamos novos céus e novas terras (Apocalipse 21:1). Livros e mais livros, poemas, histórias de quadrinhos, séries e minisséries serão escritos a seu respeito. Porém, não faltará uma interrogação quanto à finalidade da sua encarnação e cujas dúvidas poderão ser dissipadas tão-somente mediante a leitura e o estudo da própria Escritura Sagrada.

Nessa linha de raciocínio, o nascimento de Jesus foi anunciado por Isaías e ratificado pelo anjo do Senhor ao aparecer em sonho a José (Mateus 1:20b), dizendo: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo” (Bíblia Século 21). O apóstolo João explica esse nascimento, focando a encarnação: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito existiria. A vida estava nele e era a luz dos homens" (João 1:1-4). Jesus é o verbo encarnado, que desceu do céu.

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sábado, 26 de dezembro de 2015

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: DEPUTADO PROPÕE AMPLA DIVULGAÇÃO DA LEI DO FEMINICÍDIO

No Mato Grosso, um projeto de lei ainda vai causar muita polêmica. A autoria é do deputado estadual Coronel Pery Taborelli (PV), que propõe que todos os estabelecimentos de ensino público e os departamentos da Polícia Militar daquele Estado divulguem, em suas dependências, a Lei Federal nº 13.104/2015, que prevê o feminicídio como crime hediondo. A reportagem de Edeson Santana repercutiu no portal da Assembleia Legislativa do Mato Grosso.

Pelo explícito no projeto, o parlamentar exige que as instituições públicas utilizem cartazes, panfletos, banners, revistas, jornais impressos, murais, mídias no espaço escolar e outras ferramentas de comunicação para ampliar as informações sobre a referida lei.

Segundo a proposição, no material a ser distribuído, deverá constar, no mínimo, o seguinte texto: "Lei Federal 13.104/2015: Feminicídio é o assassinato de mulheres em razão do gênero, pela condição de mulher. Ocorre, basicamente, no âmbito doméstico e familiar. A mulher é morta por ser mulher. É o resultado de um histórico de violência que aquela mulher vivenciou. É o assassinato de uma mulher por ódio ou misoginia (aversão a mulheres)".

“A lei do feminicídio traz a perspectiva de duas importantes mudanças. A primeira delas é responder à necessidade de que sejam tomadas providências mais rigorosas em resposta aos altíssimos índices de violência contra as mulheres no Brasil. A segunda, é evidenciar a existência de homicídios de mulheres por questões de gênero”, justifica Taborelli.

Lei Federal 13.104/2015 – Conhecida como Lei do Feminicídio, essa nova lei alterou dispositivos do Código Penal e passou a considerar crime hediondo o assassinato de mulheres em virtude de seu gênero, como o que envolva violência doméstica ou menosprezo e discriminação contra a condição feminina.
De acordo com o Mapa da Violência 2015, as estatísticas sobre feminicídio no Brasil são praticamente inexistentes, mas a recente promulgação da lei pode contribuir para que haja uma fonte mínima de pesquisa, a partir da tipificação dos boletins de ocorrência e dos inquéritos policiais.

A publicação aponta ainda que, dos 4.762 homicídios de mulheres registrados em 2013 pelo Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, mais da metade (50,3%) foram efetuados por um familiar da vítima. Isso representa aproximadamente sete feminicídios por dia.

O Brasil ocupa a 5ª posição mundial em taxa de homicídio de mulheres, num grupo de 83 países com dados consistentes levantados pela Organização Mundial de Saúde. Em 2013, foram 4,8 homicídios por 100 mil mulheres brasileiras. Em Mato Grosso, esse índice é maior – 5,8 – e o estado aparece na 11ª colocação entre as unidades federadas. Já a capital mato-grossense, Cuiabá, registrou a taxa de 6,6.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Contrariando as pesquisas

Pr. Gomes Silva

As manifestações realizadas na Paraíba (e grande parte do Brasil), apoiando o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foram pequenas demais para a real situação administrativa do nosso País. Elas não ratificaram nas ruas a reprovação do Governo Dilma, atestada pelas recentes pesquisas de opinião pública, sobretudo a que fora realizada esta semana pelo Ibope esta semana.

A pesquisa do Ibope, cujo objetivo principal foi saber a opinião dos brasileiros sobre forma de administrar de Dilma, apontou uma reprovação de 70% dos entrevistados. Apenas  9% aprovam o Governo Dilma Rousseff, sendo que 1% não souberam ou não responderam. Já 20% acharam um governo regular.

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